Escalada da Princesinha do Itaguaçu (Via tradicional 4º,IVsup,E3,D2,520m)

por Bruno Rodrigues dos Santos

No dia 28 de Abril de 2017,Eu (Bruno Rodrigues Santos),Eduardo Barrios,Tatiane Rodrigues e Renato Valentim viajamos para o Espírito Santo,com o objetivo de escalar a via Princesinha de Itaguaçu (4º IVsup E3 D2 de 520 metros) na Pedra do Barro Preto,um maciço de rocha escura que se mostra imponente ao fundo da cidade de Itaguaçu. Essa rocha é o símbolo da cidade,cujo nome em Tupi-Guarani significa Pedra Grande. Continue lendo Escalada da Princesinha do Itaguaçu (Via tradicional 4º,IVsup,E3,D2,520m)

O CBM dos famosos

por Fábio Lucato,Jan 2017.

 

O CBM  realizado pelo CAP no segundo semestre de 2016 ficou conhecido como o CBM dos famosos.  Tinha a Tomb Raider (Carina),o Leo Di Caprio (Fernando),o Mc Lukão (Lucas),o Rambo (Pedro),a Paty Maionese (Patrícia),a Ju cachinhos dourados (Juliana),o Tom (este que escreve),o Antonio Bandeiras (Eduardo),o Jack Chan (André),o Indiana Jones,ou PJ,(Arthur) e o Doctor (Renato,ou Renats).

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CBM:muito além do ensinamento técnico

por Rafael Kosoniscs

 

Inspirei e respirei fundo,olhei para os lados e vi um monte de gente. Todos que estavam ali no salão principal do CAP queriam fazer parte da primeira turma do CBM 2016. Torci para ser um dos 12 selecionados. E mal acreditei quando fui chamado lá pelas duas últimas vagas. Foi sorte grande,afinal de contas,é um curso com boa procura e com vagas limitadas,além de ser em um dos mais tradicionais clubes de montanhismo do Brasil. Foi assim que a história começou,não somente a minha,mas de todos os amigos que por ali encontraria.

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Instrutores,guias e condutores. i

Por Renato Marangoni i

 

Tem sido crescente a busca por “atividades de aventuras”,seja porque a mídia tem difundido essas práticas,pela maior oferta de equipamentos,pelo desejo de fugir do meio urbano e ter contato com a natureza,pela busca de “adrenalina”,pelo exibicionismo em redes sociais,seja por tudo isso.

Fato é que o número de pessoas querendo aventurar-se na natureza tem crescido e com ele o número de pessoas e empresas destinadas a oferecerem esse tipo de serviço.

Qual montanhista não cruzou em alguma travessia ou montanha com grupos comerciais,às vezes,conduzidos por profissionais/empresas sérias e preparadas,ou “aventureiros” cobrando valores de outros “aventureiros” para levá-los à “aventura”.

E nesse formigueiro de fornecedores,muitos se identificam como “instrutores”,  “guias” e ainda há a figura dos “condutores”. Mas o que significa cada um? Continue lendo Instrutores,guias e condutores. i

Domingos Giobbi

por Clube Alpino Paulista

Hoje,23 de abril de 2015,o fundador do Clube Alpino Paulista,o grande alpinista,conquistador de vários cumes e líder de expedições de reconhecimento,mapeamento e exploração de regiões andinas,o incentivador incansável e formador de um sem número de gerações de novos montanhistas,Domingos Giobbi completaria 90 anos.

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O CAP,as cavernas e a especialização

por Fábio Alberti Cascino

Não há mais espeleologia no CAP. Há muitos anos não temos um grupo estável de espeleólogos,de pessoas dedicadas a explorar cavernas.

Atualmente,há valorosos colegas que se dedicam a visitar com certa regularidade algumas cavernas,em geral as do Vale do Ribeira,e apresentá-las aos novos montanhistas – como parte das atividades dos CBMs. Porém,manter acesa a chama do que um dia foi a potente e relevante espeleogia do CAP é algo que está a exigir a (re)constituição de um grupo de esportistas exploradores com metas ousadas,algo,a meu ver,além das condições atuais. Continue lendo O CAP,as cavernas e a especialização

GPS,metáfora de nosso tempo

por Fábio Alberti Cascino

Não sou contra o GPS. Tampouco a favor. Pra ser franco,traquitanas tecnológicas não me atraem. Sinto-me parte dos “velhos”;gosto de ler em silêncio,ficar parado a observar o balançar das árvores,o canto dos pássaros,o ritmo lento do nascer e do por do sol e ouvir de cabo a rabo um mesmo cd de música erudita ou jazz,se possível sem barulhos junto. Bem,se tenho que andar –e gosto bastante de fazer isso -,costumo seguir trilhas,dessas que se podem ver quando abaixamos a cabeça. Essas mesmas que só não as vemos se houver uma neblina londrina ou se estiver a chover um Amazonas sobre as nossas cabeças.

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Afinal,que CAP queremos ser?

por Fábio Alberti Cascino

Eis uma pergunta carregada de infantil idealismo. A pergunta “que clube queremos ser?” nos remete a um projeto futuro,algo eventualmente belo,algo talvez bom,por isso,não raro,algo fácil de ser aceito e que faz dessa questão,em rito acrítico,uma questão de aparência pertinente – como é gratificante a chance contínua de uma repaginada,né?!  Continue lendo Afinal,que CAP queremos ser?

Heróis da Vida Real

por Denise Iwakura, aluna do 2o CBM de 2013

Já faz um tempo que não escrevo nada,sequer um breve artigo na minha área de formação,mas ter feito o CBM foi ocasião marcante e não posso deixar passar sem um registro,mesmo que não consiga elaborar o melhor texto.

Fui aluna do CBM,segundo semestre de 2013,e poderia relatar diversos fatos e motivos para demonstrar o quanto o  curso mudou minha vida, superou as expectativas,o quanto foi ensinado sobre técnicas de montanhismo e escalada,consciência de menor impacto ao meio ambiente,tudo obviamente importante,mas optei por relatar uma saída do curso.

Com um pouco de romantismo,mas fiel aos acontecimentos,vou relatar a saída de Andradas/MG.

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Na Serra do Caparaó

por Fábio Kanahsiro

Como estava de férias,e sem ter o que fazer,tentei marcar escaladas com duas pessoas do CAP que infelizmente não puderam participar da empreitada. Decidi que faria alguma coisa sozinho,quando Edson Vandeira me sugeriu ir a serra do Caparaó para subir o Pico da Bandeira. Ele me informou que havia feito além do próprio Bandeira,outros 6 cumes,sendo 6 destes 7 cumes reconhecidos pelo IBGE dentre os 30 mais altos do Brasil.

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