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	<title>Comentários para CAP - Clube Alpino Paulista</title>
	<link>http://blog.cap.com.br</link>
	<description>Um diário do Clube - www.cap.com.br - Os textos do Blog são de inteira responsabilidade de quem os escreveu - O CAP não se responsabiliza por opiniões pessoais - As posições oficiais do CAP são emitidas na forma de comunicados oficiais da diretoria</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 08:44:17 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Comentário em Expedição da Upame no Brasil 2008 por admin</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2008/06/26/expedicao-da-upame-no-brasil-2008/#comment-310</link>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 01:09:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2008/06/26/expedicao-da-upame-no-brasil-2008/#comment-310</guid>
					<description>En el mes de agosto, apesar de ser un país tropical, también hace frio en Brasil. Especialmente en el Parque Nacional de Itatiaia (ya hubo épocas con temperaturas bajo cero (es normal temperatura cerca de los 5 grados durante la noche). 

Por lo tanto, recomendamos ropa abrigada para los días en el PNI y también en Baú. En la ciudad de Rio de Janeiro seguro que no hará frío (y posiblemente se pueda ir a la playa :cool:).

Además, recomendamos que traigan su equipo de escalada completo (incluye cuerda y casco), saco de dormir, linterna, cocinilla y demás utensilios.

Los esperamos en Agosto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>En el mes de agosto, apesar de ser un país tropical, también hace frio en Brasil. Especialmente en el Parque Nacional de Itatiaia (ya hubo épocas con temperaturas bajo cero (es normal temperatura cerca de los 5 grados durante la noche). </p>
<p>Por lo tanto, recomendamos ropa abrigada para los días en el PNI y también en Baú. En la ciudad de Rio de Janeiro seguro que no hará frío (y posiblemente se pueda ir a la playa  <img src='http://blog.cap.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt=':cool:' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>Además, recomendamos que traigan su equipo de escalada completo (incluye cuerda y casco), saco de dormir, linterna, cocinilla y demás utensilios.</p>
<p>Los esperamos en Agosto!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Encontro com o Ecomotion por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/11/03/encontro-com-o-ecomotion/#comment-124</link>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 11:02:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/11/03/encontro-com-o-ecomotion/#comment-124</guid>
					<description>ÓTIMA reportagem sobre o EcAmotion em:
  
http://arruda.rits.org.br/oeco/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=6&#038;pageCode=90&#038;textCode=24699</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ÓTIMA reportagem sobre o EcAmotion em:</p>
<p><a href="http://arruda.rits.org.br/oeco/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=6&#038;pageCode=90&#038;textCode=24699" rel="nofollow">http://arruda.rits.org.br/oeco/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=6&#038;pageCode=90&#038;textCode=24699</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Explorando o Sul de Minas por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2006/12/18/14/#comment-121</link>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 11:48:15 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2006/12/18/14/#comment-121</guid>
					<description>Orlando,
Após a manutenção o site ficou BEM legal, e os croquis muito bons
Vale a pena dar uma olhada

Croquis http://www.triboomontanhismo.com.br/croquiteca/croquiteca.htm
Mapa da Região http://www.triboomontanhismo.com.br/croquiteca/acesso.jpg</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Orlando,<br />
Após a manutenção o site ficou BEM legal, e os croquis muito bons<br />
Vale a pena dar uma olhada</p>
<p>Croquis <a href="http://www.triboomontanhismo.com.br/croquiteca/croquiteca.htm" rel="nofollow">http://www.triboomontanhismo.com.br/croquiteca/croquiteca.htm</a><br />
Mapa da Região <a href="http://www.triboomontanhismo.com.br/croquiteca/acesso.jpg" rel="nofollow">http://www.triboomontanhismo.com.br/croquiteca/acesso.jpg</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Retratos do CBM por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/09/06/retratos-do-cbm/#comment-118</link>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 15:13:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/09/06/retratos-do-cbm/#comment-118</guid>
					<description>COMENTARIO DE FILIPPO


Parabéns Ayrton e Manuel, fantástico o texto de vocês!
E parabéns aos instrutores por estarem formando
escaladores montanhistas, no verdadeiro sentido desse
termo.

O Manuel diz no seu relato: "Po, q raio de gente eh
esse q se da tanto por tao pouco por uma coisa tao sem importancia?" 

... se dar tanto... por tão pouco... por uma coisa tão
sem importância....

Pois é Manuel... essa é a essência do montanhismo... 

E é nessa ilógica, nessa contra-razão, nesse
desprendimento, nessa entrega por um ideal, nessa voz
do coração que nós montanhistas (e qualquer pessoa no
mundo que se entrega assim à sua arte) alcançamos um
plano onde sopra a liberdade...e na primeira brisa que
bate somos fisgados para sempre... não é um plano
racional, portanto não adianta tentar descrever o que
é, por que palavras não funcionam por lá... só pode
ser experimentado...

Bem vindos turma do CBM 2 / 2007!

Nos vemos por aí nas montanhas...

Abraços,

Filippo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>COMENTARIO DE FILIPPO</p>
<p>Parabéns Ayrton e Manuel, fantástico o texto de vocês!<br />
E parabéns aos instrutores por estarem formando<br />
escaladores montanhistas, no verdadeiro sentido desse<br />
termo.</p>
<p>O Manuel diz no seu relato: &#8220;Po, q raio de gente eh<br />
esse q se da tanto por tao pouco por uma coisa tao sem importancia?&#8221; </p>
<p>&#8230; se dar tanto&#8230; por tão pouco&#8230; por uma coisa tão<br />
sem importância&#8230;.</p>
<p>Pois é Manuel&#8230; essa é a essência do montanhismo&#8230; </p>
<p>E é nessa ilógica, nessa contra-razão, nesse<br />
desprendimento, nessa entrega por um ideal, nessa voz<br />
do coração que nós montanhistas (e qualquer pessoa no<br />
mundo que se entrega assim à sua arte) alcançamos um<br />
plano onde sopra a liberdade&#8230;e na primeira brisa que<br />
bate somos fisgados para sempre&#8230; não é um plano<br />
racional, portanto não adianta tentar descrever o que<br />
é, por que palavras não funcionam por lá&#8230; só pode<br />
ser experimentado&#8230;</p>
<p>Bem vindos turma do CBM 2 / 2007!</p>
<p>Nos vemos por aí nas montanhas&#8230;</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Filippo
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Retratos do CBM por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/09/06/retratos-do-cbm/#comment-117</link>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 12:30:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/09/06/retratos-do-cbm/#comment-117</guid>
					<description>Depois de quase 10 anos no clube (nossa, como o tempo passa !!!), uns 8 ajudando no CBM e uns 6 à frente da Coordenação... Em alguns dias, após horas pendurado sob sol escaldante, explicando pela milésima vez o mesmo procedimento, me pego pensando... “&lt;em&gt;O que eu estou fazendo aqui, que não estou escalando?” &lt;/em&gt;Logo, sou trazido de volta à realidade por mais uma pergunta dos alunos e lembro o quanto é bom poder dividir com os outros um pouquinho da nossa paixão.
	Lembro muito bem, que em minha primeira visita ao CAP em 1997 conheci o Adriano Petrachi um Ítalo-Brasileiro “maluquinho”  que me disse algo que nunca mais esqueci (mesmo que na hora não tenha entendido muito bem) “&lt;em&gt;Aqui no clube, você vai conhecer guias que não te ensinam por dinheiro e sim pelo prazer, vai aprender a conhecer a montanha de uma maneira diferente, apaixonada, sem interesses&lt;/em&gt;...”
	Hoje, compreendo perfeitamente o que ele me disse. Não há pagamento melhor do que ler textos como estes do Ayrton, Manuel e tantos outros que recebemos durante os cursos... É esse o melhor "pagamento"... Saber que fazemos bem feito.
	Durante estes anos no CBM conheci muitos alunos que se tornaram amigos, fiz muitos amigos entre os mais antigos e guias do meu CBM e conheci minha esposa que agora carrega na barriga a próxima geração montanhista da família. Vi muita gente com medo de altura vencendo desafios (e também vi muito machão tremendo de medo :-). Empurrei muita gente, puxei muita gente pedi, implorei, ordenei, gritei Tomei muito sol, chuva, calor, frio... Mas principalmente, tive a felicidade e o prazer de compartilhar estes momentos tão especiais, que são os vividos na montanha com guias, instrutores e monitores que altruístas, oferecem-se; voluntariamente para ajudar a passar a frente o que um dia nos foi passado, com o mesmo amor e dedicação. Com alunos que muitas vezes, morrendo de medo seguem à risca nossas instruções, mesmo que o corpo insista em fazer o contrário.

           Gostaria de agradecer todos que participaram e participam do CBM sejam como instrutores sejam como alunos. Sem dúvida vocês são responsáveis por me fazerem uma pessoa mais feliz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quase 10 anos no clube (nossa, como o tempo passa !!!), uns 8 ajudando no CBM e uns 6 à frente da Coordenação&#8230; Em alguns dias, após horas pendurado sob sol escaldante, explicando pela milésima vez o mesmo procedimento, me pego pensando&#8230; “<em>O que eu estou fazendo aqui, que não estou escalando?” </em>Logo, sou trazido de volta à realidade por mais uma pergunta dos alunos e lembro o quanto é bom poder dividir com os outros um pouquinho da nossa paixão.<br />
	Lembro muito bem, que em minha primeira visita ao CAP em 1997 conheci o Adriano Petrachi um Ítalo-Brasileiro “maluquinho”  que me disse algo que nunca mais esqueci (mesmo que na hora não tenha entendido muito bem) “<em>Aqui no clube, você vai conhecer guias que não te ensinam por dinheiro e sim pelo prazer, vai aprender a conhecer a montanha de uma maneira diferente, apaixonada, sem interesses</em>&#8230;”<br />
	Hoje, compreendo perfeitamente o que ele me disse. Não há pagamento melhor do que ler textos como estes do Ayrton, Manuel e tantos outros que recebemos durante os cursos&#8230; É esse o melhor &#8220;pagamento&#8221;&#8230; Saber que fazemos bem feito.<br />
	Durante estes anos no CBM conheci muitos alunos que se tornaram amigos, fiz muitos amigos entre os mais antigos e guias do meu CBM e conheci minha esposa que agora carrega na barriga a próxima geração montanhista da família. Vi muita gente com medo de altura vencendo desafios (e também vi muito machão tremendo de medo <img src='http://blog.cap.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> . Empurrei muita gente, puxei muita gente pedi, implorei, ordenei, gritei Tomei muito sol, chuva, calor, frio&#8230; Mas principalmente, tive a felicidade e o prazer de compartilhar estes momentos tão especiais, que são os vividos na montanha com guias, instrutores e monitores que altruístas, oferecem-se; voluntariamente para ajudar a passar a frente o que um dia nos foi passado, com o mesmo amor e dedicação. Com alunos que muitas vezes, morrendo de medo seguem à risca nossas instruções, mesmo que o corpo insista em fazer o contrário.</p>
<p>           Gostaria de agradecer todos que participaram e participam do CBM sejam como instrutores sejam como alunos. Sem dúvida vocês são responsáveis por me fazerem uma pessoa mais feliz.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em O CAP felicita a FEMERJ pelo seu sétimo aniversário por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/08/31/femerj-completa-sete-anos/#comment-116</link>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 14:19:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/08/31/femerj-completa-sete-anos/#comment-116</guid>
					<description>No CAP, sempre tentamos mostrar (e viver) o lado "romântico" do montanhismo. É muito gostoso ir para a montanha com os amigos, fazer uma travessia, acampar, apreciar a paisagem...
 
    Mas infelizmente, não só de romantismo vivem as montanhas. Enquanto alguns só pensam na montanha a partir de 6ª feira, outros (poucos), trabalham em tempo integral, dividindo espaço com o seu emprego, que lhe dá o sustento, para brigar por nós, para defender o direito daqueles que querem aproveitar o ambiente natural, seja escalando, caminhando ou simplesmente contemplando.
 
    Ha cerca de dois meses, se iniciou debate em listas de internet, onde alguns questionavam a necessidade das federações.  É sempre a mesma coisa; quando um parque exige o acompanhamento de guia local, quando uma caverna é fechada à visitação, quando um point de escalada tem o acesso restrito, a Internet pipoca de "idéias geniais". São textos recheados de "alguém precisa fazer isso" "como ninguém faz nada" "nossa, ninguém viu isso antes?" "eu acho que é assim, eu acho que é assado..." "alguém te que ir lá" "alguém tem que fazer alguma coisa"
    Mas quem é esse alguém ? Quem é esse cara que vai durante a semana até Itatiaia e perde um lindo dia de sol dentro do escritório do diretor do PNI ? Quem é esse tal de alguém, que manda e-mails e vai pessoalmente falar com o secretario do esporte, com vereadores, prefeitos... Quem é esse alguém que luta para evitar que leis bizarras de regulamentação do esporte sejam aplicadas ? Que os clubes sejam tratados como empresas, que tenhamos que contratar uma agência de turismo para escalar no Pico do Jaraguá? (Aqui mesmo no blog tem um exemplo em http://blog.cap.com.br/2006/08/15/um-esporte-ameacado/#more-8  ou este outro  no site do CAP  http://www.cap.com.br/html/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=17)
    Esse "alguém" são os voluntários que trabalham em cargos administrativos nos clubes, federações e confederação. Sim, é um tanto chato... As vezes muito trabalho e dedicação resultam em nada. Perde-se tempo de escalada com trabalhos burocráticos...É um trabalho pouco visto e quase nunca reconhecido, principalmente em um país, onde entidades governamentais ou de classe são tão mal vistas (e com motivo). Mas assim como na montanha, só os mais persistentes alcançam o cume. E as federações estão aí, tentando chegar mais alto...Para garantir a TODOS (federados ou não, sócios de clubes ou não, conscientes ou não) o direito de acesso as montanhas. 
    A maioria não sabe, mas muitos dos lugares que frequentamos, só continuam liberados para escalada graças ao trabalho desse pessoal.
    Já pensarem que se um dia, Domingos Giobbi não tivesse doado um pouco do seu tempo idealizando o clube, escrevendo estatuto, documentos...Passando para os outros os seus conhecimentos, o CAP não existiria e  muitos de nós não conheceríamos o montanhismo ?
   É para se pensar... Quem se acomodar hoje, corre o risco de não poder levar seus filhos à montanha sem o acompanhamento de um guia local + professor de educação física, nutricionista, médico...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No CAP, sempre tentamos mostrar (e viver) o lado &#8220;romântico&#8221; do montanhismo. É muito gostoso ir para a montanha com os amigos, fazer uma travessia, acampar, apreciar a paisagem&#8230;</p>
<p>    Mas infelizmente, não só de romantismo vivem as montanhas. Enquanto alguns só pensam na montanha a partir de 6ª feira, outros (poucos), trabalham em tempo integral, dividindo espaço com o seu emprego, que lhe dá o sustento, para brigar por nós, para defender o direito daqueles que querem aproveitar o ambiente natural, seja escalando, caminhando ou simplesmente contemplando.</p>
<p>    Ha cerca de dois meses, se iniciou debate em listas de internet, onde alguns questionavam a necessidade das federações.  É sempre a mesma coisa; quando um parque exige o acompanhamento de guia local, quando uma caverna é fechada à visitação, quando um point de escalada tem o acesso restrito, a Internet pipoca de &#8220;idéias geniais&#8221;. São textos recheados de &#8220;alguém precisa fazer isso&#8221; &#8220;como ninguém faz nada&#8221; &#8220;nossa, ninguém viu isso antes?&#8221; &#8220;eu acho que é assim, eu acho que é assado&#8230;&#8221; &#8220;alguém te que ir lá&#8221; &#8220;alguém tem que fazer alguma coisa&#8221;<br />
    Mas quem é esse alguém ? Quem é esse cara que vai durante a semana até Itatiaia e perde um lindo dia de sol dentro do escritório do diretor do PNI ? Quem é esse tal de alguém, que manda e-mails e vai pessoalmente falar com o secretario do esporte, com vereadores, prefeitos&#8230; Quem é esse alguém que luta para evitar que leis bizarras de regulamentação do esporte sejam aplicadas ? Que os clubes sejam tratados como empresas, que tenhamos que contratar uma agência de turismo para escalar no Pico do Jaraguá? (Aqui mesmo no blog tem um exemplo em <a href="http://blog.cap.com.br/2006/08/15/um-esporte-ameacado/#more-8" rel="nofollow">http://blog.cap.com.br/2006/08/15/um-esporte-ameacado/#more-8</a>  ou este outro  no site do CAP  <a href="http://www.cap.com.br/html/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=17" rel="nofollow">http://www.cap.com.br/html/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=17</a>)<br />
    Esse &#8220;alguém&#8221; são os voluntários que trabalham em cargos administrativos nos clubes, federações e confederação. Sim, é um tanto chato&#8230; As vezes muito trabalho e dedicação resultam em nada. Perde-se tempo de escalada com trabalhos burocráticos&#8230;É um trabalho pouco visto e quase nunca reconhecido, principalmente em um país, onde entidades governamentais ou de classe são tão mal vistas (e com motivo). Mas assim como na montanha, só os mais persistentes alcançam o cume. E as federações estão aí, tentando chegar mais alto&#8230;Para garantir a TODOS (federados ou não, sócios de clubes ou não, conscientes ou não) o direito de acesso as montanhas.<br />
    A maioria não sabe, mas muitos dos lugares que frequentamos, só continuam liberados para escalada graças ao trabalho desse pessoal.<br />
    Já pensarem que se um dia, Domingos Giobbi não tivesse doado um pouco do seu tempo idealizando o clube, escrevendo estatuto, documentos&#8230;Passando para os outros os seus conhecimentos, o CAP não existiria e  muitos de nós não conheceríamos o montanhismo ?<br />
   É para se pensar&#8230; Quem se acomodar hoje, corre o risco de não poder levar seus filhos à montanha sem o acompanhamento de um guia local + professor de educação física, nutricionista, médico&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Itatiaia - Caminhadas e incêndio por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/08/29/itatiaia-caminhadas-e-incendio/#comment-115</link>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 19:00:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/08/29/itatiaia-caminhadas-e-incendio/#comment-115</guid>
					<description>Excelente texto do Roney.

   É muito triste ver o descaso com que os parques (e os frequentadores) são tratados aqui no Brasil.
   A "solução" é simples... Não dá (sabe) controlar e fiscalizar ? Então é só proibir que está resolvido. 
   Este tipo de atitude não é exclusividade do PNI. na verdade, é uma invenção do PETAR, que a anos vem empurrando goela abaixo dos visitantes a obrigação de contratação de guias locais. O pior é que o objetivo não é educar e muito menos fiscalizar e sim fazer uma média com a população do entorno conseguindo garantir alguns (sub)empregos.
   
   No Brasil, o visitante é visto como um impecilho, um cara chato que insiste em andar no meio do mato e subir por umas pedras com um monte de ferrinhos pendurados. É a visão míope, de dirigentes despreparados e desinteressados. Aliás, qual será o interesse, se não é o parque ?

E a coisa só não está pior graças as federações (FEMERJ e FEMESP) e confederação Brasileira (CBME) que só contando com o trabalho de voluntários, a anos vem travando uma verdadeira queda de braços para garantir aos montanhistas um direito tão simples e obvio que é o acesso as áreas naturais (direito este assegurado pela constituição)

O Outro lado da moeda é o PNSO, um exemplo de modelo de visitação a ser seguido (o único problema é que isso dá trabalho, né ")</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto do Roney.</p>
<p>   É muito triste ver o descaso com que os parques (e os frequentadores) são tratados aqui no Brasil.<br />
   A &#8220;solução&#8221; é simples&#8230; Não dá (sabe) controlar e fiscalizar ? Então é só proibir que está resolvido.<br />
   Este tipo de atitude não é exclusividade do PNI. na verdade, é uma invenção do PETAR, que a anos vem empurrando goela abaixo dos visitantes a obrigação de contratação de guias locais. O pior é que o objetivo não é educar e muito menos fiscalizar e sim fazer uma média com a população do entorno conseguindo garantir alguns (sub)empregos.</p>
<p>   No Brasil, o visitante é visto como um impecilho, um cara chato que insiste em andar no meio do mato e subir por umas pedras com um monte de ferrinhos pendurados. É a visão míope, de dirigentes despreparados e desinteressados. Aliás, qual será o interesse, se não é o parque ?</p>
<p>E a coisa só não está pior graças as federações (FEMERJ e FEMESP) e confederação Brasileira (CBME) que só contando com o trabalho de voluntários, a anos vem travando uma verdadeira queda de braços para garantir aos montanhistas um direito tão simples e obvio que é o acesso as áreas naturais (direito este assegurado pela constituição)</p>
<p>O Outro lado da moeda é o PNSO, um exemplo de modelo de visitação a ser seguido (o único problema é que isso dá trabalho, né &#8220;)
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Escalando no Fim do Mundo por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/02/15/curso-gelo-2007/#comment-114</link>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2007 13:22:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/02/15/curso-gelo-2007/#comment-114</guid>
					<description>Faltou a famosa e inesquecivel frase do Sylvio Jr

"É, tenho que admitir, sou vítima da minha própria ganância"</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faltou a famosa e inesquecivel frase do Sylvio Jr</p>
<p>&#8220;É, tenho que admitir, sou vítima da minha própria ganância&#8221;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Escalando no Fim do Mundo por Beto</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/02/15/curso-gelo-2007/#comment-113</link>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2007 06:35:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/02/15/curso-gelo-2007/#comment-113</guid>
					<description>Excelente relato, Milton...

Mas é só o começo... espero encontrá-los nas próximas expedições, pena que não pude ir a esta, bem que eu gostaria, apesar de só haver homens (vamos ver se na próxima as meninasse animam a ir)...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente relato, Milton&#8230;</p>
<p>Mas é só o começo&#8230; espero encontrá-los nas próximas expedições, pena que não pude ir a esta, bem que eu gostaria, apesar de só haver homens (vamos ver se na próxima as meninasse animam a ir)&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Escalando no Fim do Mundo por Belo</title>
		<link>http://blog.cap.com.br/2007/02/15/curso-gelo-2007/#comment-98</link>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 10:20:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.cap.com.br/2007/02/15/curso-gelo-2007/#comment-98</guid>
					<description>Fico MUITO feliz de ver que o curso foi um sucesso...  É na Montanha que conhecemos quem são nossos amigos, mas mais importante, e é na montanha que conhecemos quem realmente somos nós mesmos ! Nesse ambiente hostil, dentro de barracas minúsculas e geladas, em paredes íngremes ou mesmo em trilhas de terra batida, que descobrimos como coisas tão pequenas, como uma simples caminhada, ver o vento batendo na copa das árvores ou uma refeição quente podem ser atividades prazerosas.
 
Espero que este seja só o início de uma grande história, e que um dia os SEUS alunos escrevam no Blog do CAP como foi bom aprender com os Grandes guias Milton, Abdala, Sylvio, Clóvis e Caio !
 
Agora é só vcs se prepararem para as próximas, mas dessa vez, já como alpinistas !

PARABÉNS
 
Belo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico MUITO feliz de ver que o curso foi um sucesso&#8230;  É na Montanha que conhecemos quem são nossos amigos, mas mais importante, e é na montanha que conhecemos quem realmente somos nós mesmos ! Nesse ambiente hostil, dentro de barracas minúsculas e geladas, em paredes íngremes ou mesmo em trilhas de terra batida, que descobrimos como coisas tão pequenas, como uma simples caminhada, ver o vento batendo na copa das árvores ou uma refeição quente podem ser atividades prazerosas.</p>
<p>Espero que este seja só o início de uma grande história, e que um dia os SEUS alunos escrevam no Blog do CAP como foi bom aprender com os Grandes guias Milton, Abdala, Sylvio, Clóvis e Caio !</p>
<p>Agora é só vcs se prepararem para as próximas, mas dessa vez, já como alpinistas !</p>
<p>PARABÉNS</p>
<p>Belo
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
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