O CAP, as cavernas e a especialização

por Fábio Alberti Cascino

Não há mais espeleologia no CAP. Há muitos anos não temos um grupo estável de espeleólogos, de pessoas dedicadas a explorar cavernas.

Atualmente, há valorosos colegas que se dedicam a visitar com certa regularidade algumas cavernas, em geral as do Vale do Ribeira, e apresentá-las aos novos montanhistas – como parte das atividades dos CBMs. Porém, manter acesa a chama do que um dia foi a potente e relevante espeleogia do CAP é algo que está a exigir a (re)constituição de um grupo de esportistas exploradores com metas ousadas, algo, a meu ver, além das condições atuais. Continue lendo “O CAP, as cavernas e a especialização”

Diários de uma Aventura

Por Ayrton Aguiar – aluno do CBM 2 de 2007

Para evitar juízo de valores sobre os companheiros de curso, adotei a estratégia de três nomes para cada grupo “étnico”:

Guias = Pedro – bom, eles amam pedras, além de estarem tentando construir uma comunidade…
Mulheres = Maria – não conheço nome mais bonito para mulheres e infelizmente elas são uma minoria no montanhismo
Homens = João – homenagem aos Joões do Mané Garrincha, aqui infernalmente driblados e tortos por subidas, descidas, nós, cavernas e montanhas

Diário de uma Aventura I
Saída para Itaguaré 17/08/2007
Guias: Baretta, Daniel, Róbson e Robles

 

“Tudo Azul”

A desorganização imperou na nossa primeira saída – pela falta de experiência, não combinamos bem quem levaria as barracas, fogareiros e carros… Se não fosse pela Maria e João que se deram ao trabalho de ligar para todos e sincronizar as ações, teria sido um desastre. Com três desistências – João, João e João – todo o arranjo feito na quarta anterior foi por água abaixo. Havíamos combinado de nos encontrar na praça Panamericana e sairmos juntos em três carros.
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